Por Luari Laevs
ORIGEM, IDENTIDADE E INÍCIO
Bob Felix carrega um nome que nasceu do acaso, mas que se tornou símbolo da própria autenticidade. O “Bob” veio de uma gargalhada espontânea comparada à do Bob Esponja em uma roda de conversa pós show. Ele poderia ter recusado, mas abraçou e transformou o apelido em identidade artística.
Natural de Guaianazes, na zona leste de São Paulo, Bob cresceu observando a força, a resiliência e a pluralidade da periferia, lugar que moldou seu olhar humano, crítico, emocional e poético. A música chega cedo, ainda na infância, através do tio que o introduziu ao violão, aos clássicos do rock nacional e à MPB. Foi aí que surgiram seus primeiros textos, seu primeiro poema aceito em mural universitário antes mesmo de ser aluno. E ali ele descobriu: a arte seria caminho para vida inteira.
Com mais de 20 anos de trajetória, Bob aprendeu que fama e sucesso não são sinônimos. Sucesso, para ele, é quando sua música atravessa alguém. É quando alguém tatua um trecho seu na pele. É quando algo que ele escreveu salva, cura, fortalece ou toca alguém de forma única.
ESTILO, SONORIDADE E INFLUÊNCIAS
Tentar enquadrar Bob Felix em uma única prateleira é impossível.
Ele é o artista que nasceu no Hip Hop. Cresceu no Rock. Se expandiu pela MPB. E hoje entrega uma estética pop de amplitude extrema, capaz de tocar tanto em playlists de Rap, quanto de Rock e Pop contemporâneo.É plural por natureza.
Suas influências vão de Legião Urbana a Lauryn Hill, de Slipknot a Marisa Monte, de Tupac a Bruno Mars. Bob é mistura, choque e convergência.
A sua música é o espaço onde estilos conversam sem o preconceito da classificação. Onde o experimental se mistura ao emocional. Onde cada faixa pode carregar um universo próprio.
PROCESSO CRIATIVO E ESSÊNCIA DE COMPOSITOR
A música nasce do momento, do invisível, do detalhe, do fragmento.
Bob escreve a partir de experiências próprias, ficções, histórias de terceiros, conversas, cenas do cotidiano, sensações. Ele não escolheu ser um compositor linear, ele escolheu ser um artista que recebe o que a vida entrega.
Entre todas que escreveu, uma segue como marco: “Tenha Fé”, do Projeto R.U.A. Foi uma música que literalmente salvou pessoas. Que virou tatuagem. Que virou suporte de vida. É o retrato do poder que a arte pode ter quando se torna ponte.
NOVA ERA / NOVO CICLO / NOVA ROTINA
Agora, Bob Felix inicia uma nova fase artística.
Em 07 de novembro de 2025, ele lança oficialmente sua nova música “ITINERANTE” – a segunda faixa do EP “TRAJETÓRIA”, agora em parceria com a VALETES RECORDS.
“Itinerante” fala sobre a vida de um jovem viajante que busca o mundo para se reconhecer através dele. Não é sobre destino final, é sobre caminho. Sobre descoberta. Sobre o ato de existir sem a obrigação de ser algo pré definido.
O público pode esperar 4 faixas neste EP:
É o que dizem (já disponível)
Itinerante (lançamento 07/11/2025)
Lembranças (em breve)
O que é Meu é Meu (em breve)
E tem mais: versões acústicas, novo show, novos formatos e novos projetos chegando em 2026.
O FUTURO
Bob Felix começou na periferia. Cruzou o rock, o hardcore, o new metal, o rap e o pop. Viu o mundo mudar. Viu o conceito de sucesso se transformar.
Hoje, seu maior desejo não é o mainstream.
É atravessar pessoas.
É fazer a música chegar longe.
É ser útil emocionalmente para alguém.
A nova fase não é um ponto de partida. É continuidade. É renascimento editorial artístico.
Bob Felix segue itinerante.
Segue movimento.
Segue música.
Ouça Bob Félix
Spotify
https://open.spotify.com/artist/1wLlygrXan8SPZWBS8dncA?si=2z_mpIvWRx-gXwdNMzbKsA
YouTube
https://youtube.com/@bobfelixartes?si=yyXSTEuQc9cn3rI4
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Por Luari Laevs
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